Programa Social

Casa Familiar Rural de Igrapiúna (CFR-I)

Saiba mais sobre a CFR-I, nossa escola parceira

Fundada em 2007, a Casa Familiar Rural de Igrapiúna (CFR-I) oferece a jovens entre 14 a 19 anos uma formação no Ensino Médio integrado ao curso técnico de Agronegócio, chancelada pelo Ministério da Educação. 

Localizada em Igrapiúna, no Baixo Sul da Bahia, a CFR-I é configurada como Organização da Sociedade Civil e é reconhecida pelo Ministério da Justiça como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público.

Integrante da Rede de Escolas Associadas da UNESCO, a CFR-I tem como foco prioritário jovens com Ensino Fundamental completo que sejam filhos de agricultores familiares, residentes na zona rural do Baixo Sul e com vocação para continuar a viver e empreender no campo.

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Alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela ONU, a CFR-I funciona sob o modelo da Pedagogia da Alternância, no qual os alunos matriculados passam uma semana com aulas práticas e teóricas, em período integral na escola. Nas duas semanas seguintes, os jovens ficam nas suas propriedades, colocando em prática aquilo que aprenderam e compartilhando o conhecimento com suas famílias e comunidades.

Nas instalações da CFR-I, os estudantes contam também com uma unidade de beneficiamento, espaço que pode ser utilizado por estudantes, famílias e comunidades para beneficiar frutas cultivadas em suas propriedades rurais. O local conta com maquinário para produção de chocolate artesanal e uma cozinha multifuncional com fogão, mesas, refrigeradores, desidratador de frutas e embaladoras, o que permite a confecção de produtos como geleias.

José Marcos Santos está aprendendo a ser um cidadão melhor!

O sorriso de José Marcos Santos é largo. Na propriedade onde mora com o pai, Josenilton Santos, localizada no alto de uma colina no município de Igrapiúna, no Baixo Sul baiano, o jovem vem se desenvolvendo como agricultor. “Aqui, cultivamos bastante coisa.

De tudo um pouquinho tem”, diz, listando as produções de cacau, banana, mandioca e cravo. Sob o olhar do pai, um misto de orgulho e admiração, José Marcos deixa claro que, para ele, não basta guardar o que aprende para si. “Gosto de compartilhar com meus vizinhos. Sempre mostro a eles novas técnicas de adubação”, exemplifica o jovem.

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